• Jader Gomes

SLOW FASHION: QUE DIABÉISSO?

Atualizado: Mar 2


A gente escuta, escuta, escuta falar, mas...cê sabe MESMO o que é?


Pois o termo foi criado em 2004, pela escritora de moda Angela Murrills, em Londres, total inspirado na expressão slow food, que fazia referência ao consumo de alimentos de forma mais consciente, caseira, natural, saudável e sustentável.


Pegando o gancho, Angela Murrills adotou a expressão pro mundo da moda, associando o slow fashion a uma forma de produzir e consumir moda, na contramão do fast fashion. Deu pra pegar a sacada?


Pra entender que o slow fashion como expressão de referência contrária ao fast fashion, é preciso entender que esse segundo é basicamente um sistema de produção que prioriza a fabricação em massa, a globalização, a dependência, o descaso com os impactos ambientais do ciclo de vida do produto, o custo baseado em mão de obra, sem considerar aspectos sociais da produção. E é aí que entra ele, lindo e maravilhoso, com pé na porta e soco na cara: O SLOW FASHION!


Existem várias formas de conceituar o slow fashion, mas resumidamente, é um movimento que busca mais consciência, ética e responsabilidade em sua forma de produção (e de consumo também, tá?).


Veja bem: São adeptas ao slow fashion, as marcas que buscam ser transparentes, que valorizam o trabalho de quem produz as peças, que possuem produção em pequena escala ou sob encomenda, que se preocupam com os resíduos de sua produção, que prezam pela alta qualidade do produto para que seu ciclo de vida seja maior, e que, no geral, tentam de fato ser melhores para o mundo de alguma forma.


Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência! A gente tá falando TOTAL do rolê Gromelô! E isso não quer, de forma alguma, dizer que esse é o melhor que podemos entregar, porque ainda queremos muito, mas muuuito mais! Vamo junto nesse processo?


VAI PLANETA!


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